Bateria e Percussão no Tratamento da
Dependência Química e Alcoólica

A OMS (organização mundial da saúde) define como um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após o uso repetido de determinada substância.

A dependência pode dizer respeito a uma substância psicoativa específica (por exemplo, o fumo, o álcool ou a cocaína), a uma categoria de substâncias psicoativas (por exemplo, substâncias opiáceas que são derivadas do ópio) ou a um conjunto mais vasto de substâncias farmacologicamente diferentes.

A dependência química é uma doença crônica e multifatorial, isso significa que diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, incluindo a quantidade e frequência de uso da substância, a condição de saúde do indivíduo e fatores genéticos, psicossociais e ambientais.

Comorbidades

A ansiedade, e o transtorno obsessivo compulsivo (TOC) são as mais perceptíveis, transtornos depressivos e os transtornos de personalidade, como o transtorno bipolar por exemplo. Transtornos depressivos que podem incitar ideias suicidas, também acabam sendo comuns dependendo da gravidade.

A dependência química e alcoólica não tem cura, logo, mesmo a pessoa estando em abstinência, tais comorbidades podem persistir e é nelas que se foca o tratamento, muitas vezes para que a pessoa se mantenha no controle da doença. Para isso usamos o estudo da bateria e o ato de tocar o instrumento como terapias ocupacionais, bem como TCC (Terapia Cognitivo Comportamental) e a PNL.

Intervenção através da Bateria

Muitas vezes a abertura do aluno a falar da dependência química leva tempo, primeiro por que não é a dependência ou gosto por determinada substância que faz ele usar a mesma, sempre ela terá um gatilho uma correlação cognitiva e sentimental, que causa um déficit seja metabólico, hormonal ou simplesmente emocional no indivíduo.

Usamos a bateria neste ponto primeiramente para identificarmos qual é o perfil do aluno, quais pontos nele que ajudaram a acionar este gatilho, seja na parte sinestésica, auditiva ou visual. Achando isso podemos começar o gatilho reverso, fortalecendo estes pontos primordialmente.

Criamos correlações emocionais através do estudo da bateria e de músicas, desenvolvemos o gosto musical e fazemos o aluno perceber porque tem tal afinidade com tal música ou artista, e tentamos criar um link entre algum familiar ou mesmo alguém próximo de mesma relevância.

Criar este aport emocional esse alicerce cognitivo, faz o aluno recriar exemplos e objetivos de vida e fortalece o que chamamos de PENSENE (pensamento, sentimento e energia). Expor e controlar estas emoções através da bateria traz essas emoções ao âmbito sinestésico e torna mais “palpável” sentimentos aos quais ele não consegue controlar inicialmente e só os percebe após a recaída.

Tornar esse sentimento essas disfunções hormonais mais perceptíveis e reais, e mostrar que através da vontade e do senso de realidade se pode moldar as aflições que o mesmo vivencia, tornando-o assim mais forte para passar pela abstinência, bem como, em conjunto com o tratamento médico cria um reequilíbrio físico, mental, emocional e hormonal.

Impondo metas de curto prazo conseguimos não criar frustrações no aluno, e os resultados que geram a sensação de autocontrole e de prazer dão mais força e autoconfiança para o aluno que está na fase de tratamento e abstinência.

AGENDE SUA AULA

Aula experimental gratuita

Algumas das síndromes e transtornos que podemos auxiliar no tratamento através das aulas de bateria:

Menu
error: Todos os direitos reservados. Proibido a reprodução de qualquer forma.
× Fale com o professor